Café especial sustentável · Brasil
Why we are different
The coffee has to stand on its own before any story is told. We want people to choose it for the quality, and stay for what's behind it. Pleasure and meaning, no trade-offs.
Every step is chosen with the same care. Farms that leave soil, water and biodiversity stronger each year. Pricing that reflects the skill behind the coffee. Roasting and packaging partners who share the standard. And cups from Earthshot Prize winner Notpla, so a daily ritual quietly supports better choices from the soil all the way to your hand.
Our journey begins with the farmers, our primary partners in quality and regeneration. We name them, celebrate them and pay a price that reflects their skill. Every bag is traceable to the farm, the harvest and the hands that grew it. Downstream, we choose who serves our coffee just as carefully: partners who care how it was grown.
Pantanal, Mato Grosso — Foto de Luciano Candisani
01 · Nosso Propósito
Uma fazenda deve funcionar como um sistema vivo, em que solo, água, carbono e biodiversidade se reforçam mutuamente, sustentados pelas pessoas que a cultivam. É essa crença que orienta nosso trabalho:
Hoje trabalhamos com fazendas que já atendem ao padrão e com aquelas que pretendem alcançá-lo.
A Macaw apoia fazendas que deixam solo, água, carbono e biodiversidade em melhores condições a cada ano, e que ficam economicamente mais fortes por isso.
Solo e água
A água é a primeira coisa que a pressão climática leva. Cobertura permanente do solo e copa das árvores retêm a umidade; as nascentes são protegidas, não exauridas. Um solo saudável carrega a fazenda através de secas severas.
Carbono
Árvores, solo e plantas de cobertura retiram carbono da atmosfera. As emissões são reduzidas na origem, incluindo operações movidas a energia solar. O resultado é um café que vai além do neutro e se torna carbono negativo.
Biodiversidade
Copa nativa e habitat restaurados junto ao café, cada espécie de árvore escolhida por uma função: sombra, quebra-vento, controle de pragas, solo. As abelhas sem ferrão são o indicador vivo; o retorno do lobo-guará é a prova.
Pessoas
Por trás de cada safra estão os produtores, suas equipes e comunidades. Relações duradouras e preços que refletem o conhecimento por trás de um café excepcional.
Origem
Our farms and our farmers we learn from and celebrate.
Garça, São Paulo · 700m
Uma fazenda familiar conduzida por Zito, que a assumiu do pai. Fica a 700m em Garça, origem reconhecida em 2026 com Indicação Geográfica, o selo brasileiro de um terroir de café distinto. Não é monocultura: ao lado do café cultivam outras culturas e várias variedades. Boa parte do que a terra precisa é produzida ali mesmo, então a fazenda alimenta a fazenda.
Mata e lavoura · Garça, SP · 700 m
Como é cultivado
Verificado 12.08.2026
Mais de um terço da fazenda é mata nativa. O replantio usou espécies nativas ameaçadas, entre elas o pau-brasil, a árvore que dá nome ao país.
Uma cachoeira e nascentes naturais dentro da terra. O excedente do reservatório volta por tubulação para alimentar as nascentes, e a fazenda sustenta sua própria água.
O adubo é feito ali mesmo: esterco compostado das ovelhas e do gado, casca e folha de café. Ipês altos cercam a fazenda como quebra-vento e ajudam a controlar pragas. Parte da operação funciona com energia solar.
Zito assumiu a fazenda do pai. Familiar, com certificações Fair Trade e Rainforest Alliance, e a maior parte de quem trabalha na fazenda mora nela o ano todo. Depois da secagem, seu café descansa em silos de madeira que ele mesmo construiu.
Na fazenda
Garça, São Paulo





Paula Curiacos e Marcelo Urtado · Cerrado Mineiro
Agricultura regenerativa focada na saúde do solo, na biodiversidade e no ciclo da água, com proteção do solo que carrega a fazenda através de secas severas. Operação movida a energia solar. Abelhas nativas sem ferrão como indicadores vivos de saúde.






Paula Curiacos conduz a Fazenda Três Meninas junto com Marcelo Urtado, no Cerrado Mineiro. O nome é de família, e a fazenda é conduzida da mesma forma: de perto, com as pessoas que trabalham a terra vivendo nela o ano todo.
Rafael e Maíra · Ilicínea, Minas Gerais
O solo é rochoso e permeável, então o próprio terreno filtra a água. E o lugar faz jus ao nome: caminhe entre as ruas de café e tudo zumbe com abelhas trabalhando nas flores.
Paiter Suruí · Terra Indígena Sete de Setembro
Café cultivado pelo povo Paiter Suruí em 245 hectares de seu território, como instrumento de reflorestamento e reterritorialização. Plantado entre cacau e caju, escolhidos por seu lugar na cultura Suruí e pela sombra que projetam.
Celeste Suruí, a primeira barista indígena do Brasil, conecta sua herança Suruí a uma nova geração da cultura brasileira do café, levando identidade e conhecimento indígenas para a cadeia de valor do café.
Eu queria ser pássaro para entender melhor o chão.
Manoel de Barros
Acreditamos que, com cuidado, a vida se regenera. É por isso que honramos a terra como agente de mudança.
Pantanal, Mato Grosso — Luciano Candisani
O nome
Lá testemunhamos a volta da arara-azul-grande. Antes uma espécie ameaçada, ela floresce de novo graças ao compromisso do Projeto Arara-Azul.
Esta é uma história de renovação, relação e responsabilidade.
02 · Nossa Gente
As pessoas por trás
Depois de uma década trabalhando internacionalmente na indústria da moda, Lucas desenvolveu uma perspectiva global sobre cultura, artesanato e marca. Inspirado por sua ligação com os produtores brasileiros de café especial, fundou a Macaw Coffee para compartilhar com o mundo uma visão mais autêntica do café especial brasileiro.
Vice-presidente do Earthshot Prize e copresidente da United for Wildlife, David traz ampla experiência na construção de parcerias de impacto nos setores público, privado e sem fins lucrativos, com foco especial em conservação, meio ambiente e combate ao crime. Anteriormente, ocupou cargos seniores no governo e no setor bancário, incluindo Group General Counsel do Standard Chartered Bank, Procurador dos Estados Unidos para o Distrito de Connecticut sob o presidente Obama e Associate White House Counsel sob o presidente Clinton.
Marcelo traz experiência em estratégia, sustentabilidade e impacto para a Macaw Coffee. É mestre em Sustentabilidade pela Universidade Harvard e atuou em ESG, estratégia climática, finanças sustentáveis e consultoria de impacto em cargos na Ernst & Young e na Arup. Na Macaw, ajuda a conectar café premium, agricultura regenerativa e valor de marca de longo prazo.
Gustavo é COO fracionário com mais de 15 anos de experiência escalando negócios de alimentos no Brasil e nos Estados Unidos. Ocupou cargos de liderança na JBS, na Cacau Show e na Dengo Chocolates, conduzindo operações industriais e estratégia de crescimento. Pela GCR COO as a Service, assessora marcas de alimentos em fase de crescimento na escala operacional, mantendo a qualidade do produto e a identidade da marca.
Sergio é operador e construtor de negócios com 15 anos de experiência escalando empresas no Brasil. Na Stone Co., foi CFO da Cappta e COO da Menew, conduzindo crescimento, expansão de produto e estratégia operacional. É Executive MBA pelo Insper e estudou Gestão de Negócios na University of West Florida.
As parcerias já estão acontecendo
03 · Nossa Trajetória
A seguir · 16 de setembro de 2026
A Macaw se torna o café da casa no Nettle, o novo restaurante de cobertura do The Conduit, em Covent Garden. O The Conduit é um clube privado e uma comunidade construída em torno de um futuro justo e sustentável, e um lugar onde a Macaw já serviu, no The Plastic Detox, em março.
A cozinha do Nettle trabalha com zero desperdício e compra direto dos produtores, que é o mesmo argumento que a Macaw faz sobre o café, contado pela comida.
Agosto de 2026
A Macaw apresentou O Futuro do Café, reunindo a chef e defensora da gastronomia Bel Coelho, a primeira barista indígena do Brasil, Celeste Suruí, e o cafeicultor regenerativo Marcelo Urtado para uma conversa sobre o futuro do café, da floresta e da fazenda até a xícara.
Curando o percurso da fazenda à mesa, Lucas Garcez levou os convidados primeiro à Fazenda Três Meninas, no Cerrado Mineiro, depois à mesa com Bel Coelho falando de comida, território e cultura, e terminou na xícara com Celeste Suruí. Para nós, o futuro do café não é só produzir um café melhor. É construir uma relação melhor entre café, pessoas e planeta.
Fotos de Lorena Zschaber
Agosto de 2026
O restaurante Capim Santo foi o cenário e o anfitrião perfeitos para o Jantar Oficial de Abertura da São Paulo Climate Week, da World Climate Foundation, e a Macaw Coffee teve o prazer de apresentar e celebrar a Fazenda Três Meninas com os convidados. Paula Curiacos e Marcelo Urtado produzem um café delicioso e muito bem avaliado, e também algo mais: um sistema sustentável em que a fazenda sustenta a fazenda e a natureza sustenta a natureza. A missão da chef Morena Leite de acolher as pessoas, tornar suas experiências especiais e espalhar as raízes do Brasil pela gastronomia é uma forte referência para a Macaw Coffee. Foi um prazer para Lucas estar com Paula e compartilhar essa experiência de café.
7 de maio de 2026
No Science Museum, a Macaw coapresentou uma noite dedicada ao percurso do grão à xícara. Antonio Patriota, embaixador do Brasil no Reino Unido, fez a palestra principal, acompanhado por produtores brasileiros sustentáveis, entre eles o povo Suruí e as fazendas Três Meninas e Das Almas. A noite também apresentou o chocolate ético da Dengo e o copo de espresso revestido de alga da Notpla, ligando a ciência da produção ao futuro do consumo de café.
Abril de 2026
A Macaw apoiou o lançamento em Londres da Iniciativa Jaguar Rivers, no Science Museum, um projeto ousado para restaurar ecossistemas na Bacia do Rio Paraná, na América do Sul. O evento reuniu lideranças da conservação em um painel sobre biodiversidade e regeneração de habitat, enquanto a Macaw servia cafés brasileiros sustentáveis e espresso martinis.
Março de 2026
No The Conduit Club, a Macaw participou de um encontro de destaque para o lançamento global do documentário da Netflix The Plastic Detox, sobre os impactos dos microplásticos na saúde. Moderado por David Fein e com inovadores do Earthshot, o evento explorou como substâncias plásticas afetam a biologia humana, enquanto Lucas Garcez conduzia degustações de café e espresso martinis.
Fevereiro de 2026
A Macaw apoiou a Water Pantanal Fire, exposição fotográfica no Science Museum de Londres que destaca a beleza e a fragilidade da maior área úmida do mundo. A Macaw é profundamente ligada a essa paisagem por meio de sua parceira de conservação Onçafari, que protege a fauna da região, incluindo o Projeto Arara-Azul. A Macaw servia café certificado Rainforest Alliance da família Muniz nos copos livres de plástico da Notpla.
Dezembro de 2025
A Macaw participou dos 10 anos do Museu do Amanhã, no Rio, celebrados com programação pública e um jantar de gala de destaque. O cofundador David Fein falou sobre a parceria crescente entre o Earthshot Prize e o museu, ressaltando seu legado no Brasil, enquanto Lucas Garcez conduzia degustações que ligavam os convidados diretamente às histórias e paisagens por trás de cada xícara.
Novembro de 2025
Ao longo do Earthshot Summit, de reuniões de alto nível à Noite de Premiação no Museu do Amanhã, a Macaw manteve presença constante, inclusive no novo Earthshot Boulevard, a céu aberto. Em todos os eventos a Macaw criou momentos de conexão em torno do café, reunindo a comunidade do Earthshot em uma experiência compartilhada que ligava origens locais à ambição climática global.